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Timbiras! Comunidade Alegria vive sob medo e violência

Foto: Reprodução

A comunidade Alegria, localizada no município maranhense de Timbiras, denuncia que desde 2020 tem vivido sob violências em seu território. Há Boletim de Ocorrência registrando a situação.

(Confira abaixo o Boletim de Ocorrência)

Segundo os moradores, pessoas invadiram suas terras em busca de implantar projetos agropecuários. Desde então eles estão sob ameaças constantes.

Eles falam de desmatamento desenfreado, além do impedimento de transitar em suas terras para colher coco babaçu, uma de suas rendas. 

A comunidade Alegria tem o apoio da Comissão Pastoral da Terra (CPT) do Maranhão e também da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão (FETAEMA).

Para falar sobre esse assunto, o Jornal Tambor de quarta-feira (03/07) entrevistou os agricultores e moradores da comunidade Ismael Rocha da Cunha e Maria das Dores da Silva Botelho.

(Veja, ao final deste texto, o Jornal Tambor com a íntegra da entrevista de Ismael Rocha da Cunha e Maria das Dores da Silva Botelho) 

Os moradores alegaram que o conflito se arrasta desde 2020, onde o território foi invadido por grileiros. 

Maria disse que na época a comunidade se organizou para tentar impedir a invasão e que por conta disso, desde então os invasores estão ameaçando os moradores.

Ismael ressaltou que o trabalho está sendo prejudicado e que por conta disso, as pessoas estão sofrendo com a insegurança alimentar no local.

Leia também: Madeireiros no Maranhão! Território Indígena Arariboia é invadido por criminosos

Segundo os moradores, a comunidade que vive da agricultura familiar não tem conseguido viver em paz para cultivar suas plantações. 

Ao final, os entrevistados cobraram ações do INCRA e do governo do Maranhão.

Principalmente a falta de titulação no território, que segundo Maria, o processo já dura uma década sem resultados efetivos. 

O outro lado

A Agência Tambor enviou email para o governo do Maranhão e para o INCRA para saber sobre as medidas que estão sendo tomadas sobre a situação da comunidade. Até o fechamento da matéria não obtivemos respostas. Assim que nos responderem faremos atualização.

(Confira abaixo a edição do Jornal Tambor, com a entrevista completa de Ismael Rocha da Cunha e Maria das Dores da Silva Botelho)

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