
O rádiodocumentário “O Nome que Transforma: Reescrevendo Vidas, Libertando Identidades” busca trazer reflexões sobre as vivências e desafios de ser uma pessoa trans hoje, no Brasil, de uma maneira educativa e leve.
O trabalho foi lançado no dia 31 de março, em referência ao Dia Internacional da Visibilidade Trans, e está disponível no Spotify.
A produção é idealizada, apresentada e produzida pela jornalista Quecia Carvalho, com edição de Marcos Belfort.
Entre as questões levantadas estão a luta pelo combate à transfobia e as histórias de pessoas trans que passaram pelo processo de retificação de nome e gênero.
Para falar sobre esse assunto, o Jornal Tambor de quarta-feira (02/04) entrevistou Quecia Carvalho.
(Veja, ao final deste texto, o Jornal Tambor com a íntegra de Quecia)
Segundo a idealizadora do projeto, “o trabalho foi feito pra gente saber o que está sendo feito em prol dessa comunidade lgbtqiapn+, no Maranhão. Percebemos que é um tema que deveria ser exposto para a sociedade. E vem com esse objetivo de informar as pessoas sobre a realidade”.
Para Quecia, ainda existem muitos desafios que as pessoas trans passam no país e que devem ser combatidos; um deles é o preconceito e, consequentemente, a violência contra seus corpos.
A jornalista ressaltou que a ideia do rádiodocumentário foi fazer com que os entrevistados do trabalho se tornassem o protagonista do projeto.
“Tivemos o cuidado de tornar aqueles personagens mais que personagens, para que eles conduzissem o radiodocumentário. Para que falassem sobre como foi a vida tendo que lidar como uma imagem, com documentos que não refletem quem são. Enfim, qual a importância dessa mudança de nome para a vida”, afirmou a idealizadora do projeto.
(Confira abaixo a edição do Jornal Tambor, com a entrevista completa de Quecia)