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Bradesco é alvo de protestos dos bancários do Maranhão

Foto: Divulgação

O Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB/MA) segue na luta contra o processo de reestruturação do Bradesco. Na quarta-feira (03/07) mais um ato foi realizado para denunciar o projeto do Bradesco de fechar agências, precarizar os serviços ofertados e demitir funcionários.

Reunidos em frente ao Bradesco (antigo HBSC) no Tirirical, em São Luís, bancários alertaram para o ritmo acelerado de fechamento de agências do Bradesco no Maranhão e em todo o país.

No último dia 21 de junho, o banco fechou mais uma agência bancária em São Luís, a da Praça Pedro II, no Centro da capital maranhense.

O encerramento dessa unidade causou muitos prejuízos para bancários e clientes, como o aumento do medo de demissões, o adoecimento de bancários, a precarização das condições de trabalho e a piora no atendimento.

Em São Luís, o Bradesco já fechou as unidades da Rua Grande, Rua do Sol, Tirirical, Shopping São Luís, Shopping Rio Anil, São Francisco, Praça Pedro II e, no interior do Maranhão, as agências de Cantanhede e Alcântara.

O fechamento da agência de Alcântara está sub judice, pois atendendo uma Ação Civil Pública ajuizada pelo titular da Promotoria de Justiça local, Raimundo Nonato Leite Filho, a Justiça do Maranhão determinou que o Bradesco suspendesse o fechamento dessa agência.

O Bradesco recorreu e manteve o fechamento da unidade que, segundo os vereadores Miécio Macedo e Robson Corvelo, essa medida afeta diretamente 6.300 pessoas, entre correntistas, beneficiários da Seguridade Social, aposentados, pensionistas e integrantes do serviço Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Leia também: Justiça suspende o fechamento de agências do Bradesco

O sindicalista Edvaldo Castro ressaltou que o Sindicato dos Bancários do Maranhão vai seguir firme na defesa dos trabalhadores que precisam de um ambiente salubre de trabalho e da população que precisa de serviços bancários com atendimento de qualidade e célere.

O coordenador do Sindicato Cláudio Costa refletiu que, mesmo o Bradesco lucrando mais de R$ 16 bilhões em 2023, continua demitindo empregados e fechando agências.

“Estão transformando as agências em unidades de negócio sem guichês de caixa, sem numerário, sem vigilantes e sem segurança. Nas poucas agências que restaram, há poucos bancários, exploração, adoecimento e desrespeito à população” – criticou o sindicalista.

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